Imagine ser aprovado não apenas em uma, mas em três das melhores universidades do país? E direto do terceiro ano do Ensino Médio? Essa é a história de Pedro Cezarino Gouvêa, 18 anos. Ele passou em Economia na USP (Universidade de São Paulo), Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), grandes universidades públicas conhecidas também pelos vestibulares concorridos.
Nascido em Ribeirão Preto, atualmente o jovem mora em São Paulo, já que escolheu cursar a graduação na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP. A reputação da universidade foi decisiva na escolha. Pedro contou ao GUIA DO ESTUDANTE seus desafios com a saúde mental durante a maratona de vestibulares e como organizou a rotina de estudos para equilibrá-la com a vida pessoal.
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O equilíbrio da aprovação
Para o estudante, a decisão pela Economia veio após conversar com a tia, que é professora na área. A partir do papo, percebeu que o curso era o equilíbrio perfeito entre as áreas do conhecimento. “Mistura humanas e exatas, e tem um mercado amplo e diverso. Tem cálculo, mas também muita teoria e História. É um curso versátil, com diversas possibilidades de atuação”, explica o estudante, que concluiu os estudos no Colégio Marista Arquidiocesano.
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Para além do suporte nos estudos, o jovem destaca a importância do apoio emocional que recebeu dos professores neste momento.
“No vestibular, um dos maiores desafios é não enlouquecer. Às vezes você tira uma nota mais baixa em um simulado e acha que tudo acabou. Ter alguém para interpretar os resultados, mostrar que oscilações são normais e que ainda há tempo para ajustar a estratégia, faz toda a diferença”, compartilha.
Para Pedro, cuidar da saúde mental também é saber equilibrar o tempo dedicado aos livros e apostilas. Ele afirma que não seguiu a cartilha de “estudar 24 horas por dia”, e ainda assim conseguiu resultados expressivos com poucos meses de preparação direcionada.
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Sua rotina de aprendizado foi focada em simulados, que não apenas ajudavam a testar o conhecimento teórico e preparar-se para as condições no dia da prova, mas também eram uma bússola para ajustar o plano de estudos.
No final das contas, conta que precisou renunciar a alguns lazeres, mas manteve a vida social. “Acho importante não sacrificar tudo. O descanso é tão necessário quanto o estudo, senão você chega exausto e sem foco na reta final.”, conclui.
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