A imposição da tarifa total de 50% sobre frutas frescas brasileiras nos Estados Unidos, em vigor desde 6 de agosto de 2025, é um dos maiores testes de resiliência já enfrentados pela fruticultura nacional. O aumento resulta da combinação da sobretaxa de 40% anunciada em julho com a tarifa de 10% já aplicada, pressionando fortemente a competitividade do setor.
Apesar da gravidade do cenário, a manutenção parcial dos embarques de manga e uva – principais frutas frescas exportadas – para o mercado norte-americano, mesmo diante do custo mais elevado e das margens comprimidas, evita, no curto prazo,