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Taxas futuras de juros desaceleram alta com dados de serviços nos EUA e Powell

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Taxas futuras de juros desaceleram alta com dados de serviços nos EUA e Powell

Moedas de 1 real 15/10/2010 REUTERS/Bruno DomingosJuros futuros

O cenário começou a mudar às 11h, quando saíram os números do setor de serviços norte-americano do Instituto de Gestão do Fornecimento (ISM, na sigla em inglês). O Índice de Gerentes de Compras (PMI) não manufatureiro do ISM caiu de 52,6 em fevereiro para 51,4 em março, no segundo declínio mensal consecutivo do indicador.

Economistas consultados pela Reuters previram que o índice subiria para 52,7 em março. Uma leitura acima de 50 indica expansão do setor de serviços, que responde por mais de dois terços da economia dos EUA, mas os resultados indicam que houve desaceleração do crescimento de fevereiro para março.

Imediatamente após os números do ISM os yields perderam força nos EUA, o que também reduziu a alta das taxas dos DIs. Este cenário se consolidou com as declarações de Powell no início da tarde.

Em um evento universitário, Powell tratou do futuro da política monetária dos EUA. Ele pontuou que há riscos de se cortar os juros muito cedo, mas também de se esperar demais. Ao mesmo tempo, afirmou que a política monetária está apertada e funcionando e que o mercado de trabalho está se reequilibrando.

“Powell demonstrou tranquilidade com os dados fortes recentes da economia norte-americana, o que de certo modo é baixista para a curva lá, o que também tem efeito na curva aqui no Brasil”, comentou durante a tarde o gerente da mesa de Derivativos Financeiros da Commcor DTVM, Cleber Alessie Machado.

Os yields migraram para o negativo durante a tarde, mas as taxas futuras no Brasil ainda sustentaram leves ganhos, em meio à percepção de que o espaço para cortes continuados de 50 pontos-base da taxa básica Selic pode de fato estar diminuindo.

Pela manhã, durante evento em São Paulo, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, reafirmou que, apesar de a atividade econômica forte no Brasil ter gerado novas incertezas, o processo de desinflação não está interrompido, ainda que a instituição esteja um pouco mais dependente de dados. Ao mesmo tempo, ele defendeu o estrito cumprimento da meta de inflação no Brasil, cujo alvo central é de 3% para este e os próximos anos.

“A meta é a meta e temos que cumprir a meta”, disse Campos Neto. “É importante perseguir a meta”, reforçou, citando que há entre algumas pessoas um entendimento de que a meta não seria “uma meta de fato”.

Dois outros profissionais ouvidos pela Reuters pontuaram que, apesar de monitorados, os comentários de Campos Neto não fizeram preço.

Perto do fechamento, a curva a termo brasileira precificava 89% de chances de o corte da taxa básica Selic em maio ser de 50 pontos-base, como vem sinalizando o BC. As apostas em corte de apenas 25 pontos-base estão em 11%. Atualmente a Selic está em 10,75% ao ano.

Às 16h37, o rendimento do Treasury de dez anos — referência global para decisões de investimento — caía 1 ponto-base, a 4,357%.

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